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29 de março de 2015 ás 22:06 | 1175 Views

ARTIGO: É POSSÍVEL SER FÃ DE UMA GIFSTAR MESMO QUE ELA CAGUE PELA BOCA?

De acordo com a Wikipédia, o termo “Liberdade de Expressão” é o direito de manifestar livremente opiniões, ideias e pensamentos, sem a prática de qualquer crime que possa por em causa o direito de outrem. Os limites de tais possuem poder de influência no nosso consumo midiático? Percebemos que sim, e está mais claro a […]

De acordo com a Wikipédia, o termo “Liberdade de Expressão” é o direito de manifestar livremente opiniões, ideias e pensamentos, sem a prática de qualquer crime que possa por em causa o direito de outrem. Os limites de tais possuem poder de influência no nosso consumo midiático?
Percebemos que sim, e está mais claro a cada dia pela globalização que a internet nos proporciona, tudo vira notícia no mundo todo, e em um piscar de olhos, já está na boca do povo. Isso afeta principalmente a aqueles que já estão sob os holofotes, mas qualquer um está sujeito ao boicote social.
Na televisão, temos a recente polêmica da cantora e ex-jurada do X-Factor Nova Zelândia Natalia Kills, que sem papas na língua, despejou comentários totalmente sem nexos a fim de humilhar um dos participantes. Resultado: demissão e uma chuva de críticas negativas contra a esposa de Willy Moon, que também recebeu da mesma pena. Será que tal ato absurdo refletirá em ambas as carreiras musicais? Se sim, até que ponto? Já na TV brasileira temos inúmeros casos em que um “simples” comentário causou consequências graves, e até mesmo jurídicas, como ocorreu no caso Rafinha Bastos x Wanessa Camargo. 
Voltando ao assunto que nos interessa: o mundo Gifístico. Há diferenças desse campo para o resto? A resposta é não:

 “Hoje em dia, o homem beija o outro homem na boca, vai para a cama com seu igual e só falta engravidá-lo. E tudo isso na frente dos televisores de 200 milhões de brasileiros, como se fosse muito natural e sem tarja de censura para menores. Hoje em dia eu não sei mais definir o que é o homem, só sei que muitos estão querendo que ele seja uma mulher” 

Falante, Bosta.

Essa declaração saiu da boca da ex-queridinha dos GifUsers Ângela Bismarchi, há 6 meses atrás. O impacto que essa resposta causou foi rapidamente transmitida por todos os meios de comunicação, e o local que mais foi afetado justamente era aonde ela ainda tinha relevância. A carreira gifática dessa mulher nunca voltou a ser a mesma de antes, pelo contrário, só declinou até chegar ao estado que se encontra atualmente: o ostracismo. Antes disso, Ângela publicava vários Tweets em que mostrava todo seu “conhecimento”, e logo virava piada, mas nada ofensivo como o que veio a ser publicado tempos depois.

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Por falar em Twitter, logo nos lembramos da maior barraqueira de toda as redes sociais: Azealia Banks. A rapper vive postando ofensas pessoais a várias celebridades por mundo a fora, e talvez seja esse o motivo de viver as sombras do fracasso. Já nas nossas terras, temos Tulla Luana, que se auto-intitula Web Diva, e bebe da mesma fonte que Azealia, a diferença é que são geralmente lançadas em forma de vídeo, sendo cada gravação uma nova bomba. Comentários homofóbicos, inclusive, já foram vistos pelo Twitter de Tulla, que em suas horas vagas, atua também como GifStar, mas diferentemente de Ângela Bismarchi, ainda continua tendo fãs que reproduzem seus trabalhos.
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Já a cantora gospel Mara Maravilha, que nunca fez sucesso com GIFs, possuindo apenas 2 ou 3 Hits em sua pequena jornada, também colhe os frutos de polêmicas passadas e até hoje é repreendida pelos públicos que foram seu alvo. 
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É mais do que óbvio saber que toda ação tem uma reação, isso vale para tudo nessa vida. Um GifStar e qualquer outro artista que se preze estará atento a qualquer fala que utiliza, pois pode levar sua carreira diretamente ao lixo. Mas caso isso aconteça, como que se saíra em novos capítulos? Tem alguma salvação? Pode voltar a ter o mesmo prestígio de antes? Talento sobrepõe a questões pessoais? Deve se basear o que a pessoa É, e não no que ela FAZ? São dúvidas como essa que deixamos a nossos leitores refletirem.
 
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Observação: A Gifboard despreza QUALQUER tipo de preconceito, e queremos deixar claro que não apoiamos nenhuma das GifStars citadas anteriormente, ou seja, não estamos induzindo ninguém a replicar suas faixas. 
 
 
 

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